quinta-feira, 18 de junho de 2009

Como apagar definitivamente informações que estão no disco rígido !!!

Qualquer um de posse de um programa de recuperação de dados de baixo custo (e até gratuito) é capaz de trazer de volta dados que foram apagados do HD recentemente – mesmo que você tenha optado por esvaziar a lixeira do sistema. Esse tipo de utilitário é capaz até de recuperar arquivos de um disco rígido que tenha sido formatado. Por tais motivos, caso você queira assegurar-se de que o próximo usuário do computador não poderá colocar as mãos em seus dados pessoais, saiba que deve dar cabo deles. Uma das técnicas mais usadas para isso é chamada wiping. Este procedimento consiste em sobrescrevendo o HD com zeros e uns novinhos em folha. Atenção leitor: as informações desta dica farão com que os dados do disco rídigo seja eliminados sem possibilidade de recuperação. Por isso, assegure-se de que é exatamente isso que deseja fazer antes de continuar. E, se for o caso, faça backup dos seus dados. Antes de colocar as mãos na massa, responda duas questões simples: Você quer apagar apenas as informações pessoais ou o disco como um todo? Qual seu nível de paranoia? Livrar-se apenas das informações pessoais é mais rápido, mas requer um envolvimento maior por parte do usuário e pode deixar uma brecha para erros e enganos. Esta opção também requer que se sobrescreva as áreas que não estão sendo usadas do HD – elas podem contar remanescentes de informações pessoais antigas. Entretanto, sobrescrever o disco todo também tem seus próprios problemas. Supõe-se que um PC com Windows chegue a seu novo proprietário com um sistema operacional instalado e intacto. Caso a máquina em questão venha com um disco de recuperação, tudo fica mais fácil. Basta sobrescrever o disco todo e reinstalar o Windows a partir do disco de recuperação. Mas se o seu computador é capaz de reinstalar o Windows sem um CD ou DVD especial, sobrescrever o HD todo irá destruir a licença do Windows que vem nele. Mesmo que se opte por sobrescrever a partição C: e deixar a partição de recuperação intocada pode tornar o processo de reinstalação do sistema operacional impossível. E quanto à paranóia? Muitos dos programas abaixo oferecem variados métodos wiping, alguns com rotinas que sobrescrevem o drive 35 vezes, como forma de garantir que nada possa ser recuperado. Mas um aplicativo de wiping mais simples, que sobrescreve o HD apenas uma vez tornará os dados que existiam antes inacessíveis para qualquer software que os ladros de identidade costumam usar. Sem contar que eles são substancialmente mais rápidos – estamos falando em questão de horas, em vez de dias (sim, um wiping de 35 vezes pode levar dias para ser completado) – e mais baratos. Por isso, a não ser que você tenha motivos para temer a Polícia Federal, é provável que você possa dispensar o moroso, mas muito seguro, método Gutmann. Eis as sugestões: Caso decida apagar pastas e arquivos selecionados, então utilize o gratuito Eraser, utilitário em código aberto. Uma vez instalado o programa, basta clicar com o botão direito do mouse no arquivo ou pasta que não se quer mais e selecionar a opção Eraser. Clique no botão Options e selecione o método de wipe desejado.
Uma vez que seus dados pessoais tenham sido removidos, clique em Meu Computador (ou Computador, no Vista), clique com o botão direito no drive C: e selecione Erase Unused Space.
Para apagar uma partição, faça o download da versão para DOS do Active@ KillDisk. Este arquivo compactado (.zip) contém outro arquivo .iso e, caso não tenha um, um programa capaz de queimar um disco com a imagem .iso. Basta queimar o CD com a imagem, inicializar o computador com este disco para ter acesso ao programa.

Infelizmente, a versão gratuita faz apenas o wipe uma vez. Mas como já foi mencionado, isso deve ser suficiente para a maior parte das situações. A versão Pro do utilitário custa 45 dólares.
É possível fazer wipe de um disco inteiro com o Active@ KillDisk. Mas caso queira segurança adicional, como sobrescrever mais de uma vez, o Darik’s Boot And Nuke (DBAN) oferece isso a custo zero. Ele também vem em um arquivo em imagem .iso que dá origem a CD para inicialização do PC, mas você terá de usar seu próprio programa para queimar o CD (recomendamos o ISO Recorder).

Mas é preciso ter cuidado: o DBAN irá fazer wiping em todo e qualquer disco que encontre. Por isso, ele não é um programa para ser usado de qualquer forma, nem em um computador que possua uma partição de recuperação e sem outra forma disponível para reinstalar o Windows.

FONTES ; http://www.geek.com.br/blogs/832697713/posts/10238-como-apagar-definitivamente-informacoes-que-estao-no-disco-rigido

Browser é o principal risco do internet banking !!!

São Paulo, 18 de junho de 2009 - Na visão de Ricardo Marques, da IBM Internet Security Services, os navegadores são, atualmente, um dos pontos mais vulneráveis para as transações bancárias via internet. "Quando o browser está infectado, o 'cadeadinho' que indica a segurança da transação não vale nada", aponta o executivo.

Das cerca de 7,4 mil vulnerabilidades identificadas em 2008, 54,9% estavam focadas em aplicações web e 46% tinham como porta de entrada um plug-in para navegador. "Além disso, 74% dessas vulnerabilidades, mesmo quando identificadas, não haviam sido endereçadas pelos fornecedores dos browsers por meio de patches de segurança", afirma.

Com essas brechas abertas, os criminosos virtuais conseguem infectar o navegador de forma a realizar transações bancárias sem o conhecimento do usuário ou da instituição financeira, driblando as defesas existentes.

"Um trojan instalado no computador identifica o momento em que a página do banco foi acessada e coloca em funcionamento mecanismos que, com mensagens falsas que simulam serem do site da instituição financeira, induzem o cliente a autorizar transações feitas remotamente", detalha Marques.

"Em alguns casos, eles [os crackers] podem até calcular o saldo que deveria existir naquela conta após a transação realmente efetuada pelo usuário e criar uma tela falsa, para que o cliente tenha certeza de que a operação foi feita corretamente."

Para combater esse tipo de fraude, o executivo sugere aos bancos que reduzam a complexidade dos ambientes de internet banking, de forma que os clientes consigam identificar qualquer tipo de comportamento anormal. Marques fala também sobre a adoção de novas formas de autenticação do usuário, que independam do navegador; ou mesmo do desenvolvimento de um browser dedicado à realização de operações financeiras.

"O Imposto de Renda não é enviado pelo navegador. Talvez as transações bancárias também pudessem ter outro meio de acesso", sugere.

Enquanto soluções como essas não são implementadas pelas instituições financeiras, cabe aos usuários fazer sua parte: manter o navegador sempre atualizado, usar soluções de segurança e, principalmente, usar o bom-senso ao navegar na internet


FONTE : http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=13681

Faculdade traz curso de formação profissional de hackers ao Brasil !!!

São Paulo, 17 de junho de 2009 – A Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap) ministra no dia 29 de junho o primeiro curso de formação profissional de hackers do Brasil, oferecido pelo Sans Intitute.

O treinamento, chamado de “Hacker Techniques, Exploits and Incident Handling”, terá carga horária de 40 horas e é direcionado para profissionais de segurança da informação e administradores de sistemas. O conteúdo será oferecido em parceria com a norte-americana Sans Institute.

O certificado emitido ao fim do curso irá confirmar que os formandos estão capacitados a detectar, responder e descobrir ataques e problemas de segurança de uma forma prática. Os alunos também irão entender as questões legais ligadas aos ataques a computadores.

Aos interessados, restam apenas duas vagas. As inscrições devem ser feitas no site da Sans e o curso custa US$ 2.895,00.


INSCRIÇÕES : http://www.sans.org/mentor/details.php?nid=19224


http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=13671

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Ajuste o Windows para economizar bateria do notebook

As duas principais versões do Windows -XP e Vista- trazem a opção de controlar quando as tarefas executadas no laptop podem exigir o máximo do portátil e quando é preciso conter energia. Dá para programar tempos de hibernação diferentes quando o equipamento está na tomada ou na bateria, por exemplo.

Para usuários do Windows XP, o caminho é clicar com o botão direito no ícone que representa a bateria do notebook (parecido com uma pilha), do lado inferior direito da tela, próximo do relógio, e escolher a opção Ajustar as propriedades de Energia (Adjust Power Properties).

Na caixa de diálogo aberta, é possível definir em quanto tempo o sistema operacional deve desligar HD, tela ou entrar em modo de hibernação quando o portátil estiver na tomada e quando estiver fora dela.

Agora, se você usa o Windows Vista em seu notebook, clique no ícone da bateria e escolha a opção "Economia de Energia". Essa opção faz com que o Windows Vista desative de uma maneira mais rápida tanto em dispositivos quanto a tela quando eles não estejam sendo usados.

Experimente fazer outros ajustes escolhendo a opção "Mais Opções de Energia". Na aba "Gerenciamento de Energia do Processador", determine a velocidade máxima do chip quando o laptop estiver plugado na tomada ou usando a bateria.

Deixe a inicialização mais rápida
Outra dica para economizar a bateria é reduzir o número de programas a serem executados, principalmente na hora de inicializar o sistema operacional. Afinal, quanto menos softwares forem executados, menos é exigido do notebook.

Para isso, execute o utilitário MSConfig (Inciar>Executar>MSConfig), vá até a aba Inicializar (Startup) e desabilite os programas secundários, como Google Desktop, Windows Live Messenger etc.

Olho nas atualizações

Deixe para fazer atualizações de antivírus e do próprio Windows quando o notebook estiver conectado na tomada. Vá até o Painel de Controle (Control Panel) > Atualizações Automáticas (Automatics Updates) e deixe a opção "Notificar-me de atualizações, mas não baixá-las ou instalá-las automaticamente" (Notify me but don't automatically download or install them). Aceite as atualizações quando o laptop estiver na tomada. Cuidado para não esquecê-las.

Dicas simples para quem quer comprar um Notebook

A escolha de qualquer microcomputador, seja ele desktop ou notebook, deve ser feita de acordo com o uso que se pretende dar ao micro. Na hora de escolher um notebook, devemos verificar os seguintes itens:

- Processador: Também chamado de CPU, é o “cérebro” do computador e nem sempre pode ser trocado (no caso dos notebooks). Assim é interessante escolher um processador com boa capacidade de processamento.

Atualmente, existem no mercado processadores para notebook com mais de um núcleo (chamado de “core”). Na prática, é como se fossem 2 ou mais processadores em um só chip, aumentando a capacidade de processamento.

Minha sugestão inicial para processador de Notebook seria o Intel Core 2 Duo. Evite processadores Celeron ou Sempron, pois sua capacidade de processamento é inferior. Se a grana estiver curta, podemos optar por um Intel Pentium Dual Core ou AMD Turion X2.


- Memória RAM: Quanto mais memória RAM, mais facilmente os programas serão executados no notebook, fazendo com que as tarefas sejam realizadas em menor tempo. A recomendação é 2 GB ou mais de RAM.

Se for trabalhar com 4 GB ou mais, será preciso usar um sistema operacional de 64 bits (Windows Vista 64, Windows XP de 64 bits ou Linux 64 bits) para que a memória seja totalmente reconhecida.

Quem estiver com o orçamento limitado, pode escolher um notebook com 1 GB de RAM, mas verifique se ainda existem slots (encaixes) livres para poder fazer uma expansão de memória no futuro.


- Sistema Operacional: É o programa que controla todo o computador. Apesar do Linux ser um excelente e seguro S.O. (Sistema Operacional), devemos verificar qual o uso que será dado ao notebook.

Para arquitetos, por exemplo, seria interessante que o notebook fosse equipado com Windows XP ou Windows Vista. Isto porque a maioria dos programas gráficos da área (AutoCAD, SolidWorks, etc.) só possui versões para Windows.

Atualmente, praticamente só o Windows Vista é oferecido nos notebooks. Neste caso, escolha a versão Windows Vista Home Premium ou superior. Se o uso for genérico, o Linux é uma ótima opção gratuita que faz com que o preço total do notebook seja menor.


- Placa de vídeo: Em quase todos os notebooks, a placa de vídeo é “embutida” na placa mãe para economizar espaço e consumo de energia, além de baratear o preço do conjunto.

Esse tipo de placa, normalmente chamada de plca de vídeo “onboard” funciona razoavelmente bem, mas quem puder dispor de mais alguma verba, pode procurar um notebook com placa de vídeo dedicada. Costumam ser bem caros, mas o desempenho dos aplicativos gráficos fica bem melhor.


- Tamanho da tela e resolução: Em geral, é interessante uma tela de, pelo menos, 15 polegadas. Mas para quem for rodar aplicativos gráficos, o ideal mesmo seria uma tela de 17 polegadas ou mais.

É importante também que a resolução seja alta. A maioria dos notebooks trabalha na resolução de 1280 por 800 pixels (em tela no padrão “widescreen”).

Mas existem notebooks com resoluções maiores, principalmente os que tem tela de 17 polegadas ou superiores que podem chegar a 1680 por 1050 pontos ou mais.

A regra neste caso é fácil: Para quem precisa rodar aplicativos gráficos deve comprar um notebook com a maior tela e com a maior resolução possível. Senão uma tela de 15 polegadas funciona bem.

É importante também que o notebook tenha uma saída VGA para que possa ser ligado a um projetor ou monitor externo maior. Saída para TV também é interessante. Só um detalhe: Notebooks com telas grandes normalmente têm peso maior.


- Disco rígido (HD): Neste caso, quanto maior melhor. Escolha um notebook com HD de, pelo menos, 160 GB. Hoje existem HDs para notebooks com capacidade de 500 GB ou mais.

Vai depender do orçamento de cada um. Se não puder comprar o notebook com HD grande, poderá trocar no futuro ou ainda acrescentar um HD “externo” em uma das portas USB do micro.


- Disco óptico: Aqui é bastante simples: Basta um gravador de DVD. Aliás, esse é o padrão de quase todos os notebook do mercado.


- Rede (sem fio, com fio, modem etc): Hoje quase todos os notebook vêm com suporte à rede sem fio. Verifique apenas se o padrão é o 802.11g (54 Mbps) ou superior.

Também é importante haver uma conexão de rede com fio, principalmente se o profissional trabalha em uma grande empresa. Mas quase todos notebooks atuais também vêm com esta conexão.

Também é interessante que o notebook possua um modem interno (para linha telefônica) que pode ser usado em emergências. Finalmente: uma conexão Bluetooth também é interessante, pois permitirá conexão com dispositivos sem fio como celulares, impressoras etc.


- Teclado e mouse: Se puder, teste o teclado do notebook antes de comprar. Acredite, em alguns casos as teclas são pequenas e atrapalham que tem mãos grandes a ponto de impedir a digitação.

Os notebooks não vem com mouse e a maioria deles substitui por uma superfície sensível ao toque (“touchscreen”). De qualquer maneira, um mouse ou teclado externo pode ser ligado através das portas USB.

Aliás, é importante escolher um notebook com um bom número de portas USB. O ideal seriam 4 portas USB disponíveis. Senão teremos que comprar um acessório (HUB USB) para aumentar o número de portas.


- Peso: Quem carrega um notebook de um lado para o outro sabe que esse item é importante. Infelizmente, se seguirmos algumas das dicas já apresentadas, veremos que os notebooks escolhidos serão pesados (provavelmente com 3 Kg ou mais). Até é possível encontrar notebooks avançados e que pesam pouco, mas aí o preço sobe muito!


- Bateria: Item muito importante para quem precisa trabalhar com mobilidade. Se a pessoa não tem acesso à rede elétrica de maneira fácil a duração da bateria é um fator importantíssimo.

Neste caso, procure baterias com 9 células, pois sua autonomia é bem maior. Cuidado com notebooks que têm baterias de 4 células ou menos, pois a duração das mesmas pode ser menor que 1 hora!


- Marca e garantia: A garantia é muito importante. Exija nota fiscal e garantia de, pelo menos, um ano. Verifique também se o sistema operacional é original.

Quanto à marca, procure fabricantes conhecidos ou sugestões de amigos, pois existem no mercado alguns fabricantes “aventureiros” oferecendo produtos baratos mas com qualidade inferior.