domingo, 5 de setembro de 2010
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Pacotão de segurança: invasão por MSN e recuperação de dados
recuperação de dados
Saiba como impedir que arquivos sejam recuperados de HDs
formatados.
Colunista também responde dúvida sobre uso de firewall com IP
dinâmico.
Altieres Rohr*
Especial para o G1
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O pacotão de segurança desta quarta-feira (18) responde três
dúvidas deixadas pelos leitores da coluna. São elas: é possível
alguém invadir ou monitorar o computador simplesmente através de
uma conversa do MSN? Quem tem IP dinâmico – que muda a cada
reconexão – também deve usar firewall? Como impedir que dados
sejam recuperados, sendo que mesmo após uma formatação eles
permanecem no disco? Confira as respostas logo abaixo.
Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação
(antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o
fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna
responde perguntas deixadas por leitores todas as
quartas-feiras.
>>> Invasão por conversa no MSN
Gostaria de saber se é possível alguém invadir ou monitorar
meu PC através de uma simples conversa no MSN (conversa apenas,
sem clicar em links, ou aceitar arquivos ou cam). E qual
programa eu poderia usar para descobrir/eliminar programas
maliciosos instalados?
João Carlos Moura
Messenger exige atualização
quando brechas de segurança
críticas são encontradas. (Foto:
Reprodução)
Esse cenário só seria possível se o programa usado para
acessar o MSN – por exemplo, o Messenger, ou um cliente
alternativo como o Pidgin e o Miranda – possuir alguma
vulnerabilidade. Brechas que permitem exatamente a invasão do PC
por uma simples mensagem já foram encontradas e corrigidas
nesses programas.
Quando um problema desse nível ocorre, a Microsoft geralmente
bloqueia os usuários que estiverem usando versões vulneráveis do
programa, exigindo atualização. O mesmo não acontece com quem
usa programas alternativos, e, portanto, é importante que
aqueles que fazem uso desses programas permaneçam atentos para
instalar as atualizações disponibilizadas.
Em resumo: é possível, mas depende de falhas que não são
encontradas com frequência e há medidas fáceis de serem tomadas
que vão evitar as surpresas.
Sobre a sua segunda pergunta, a tarefa de descobrir e
eliminar programas maliciosos é do antivírus. A coluna já falou
muito sobre programas antivírus. Há duas semanas, uma reportagem
explicou
como funcionam os testes antivírus para facilitar a escolha
de um bom software, por exemplo. Você pode realizar uma pesquisa
aqui no G1 e encontrar muitas outras dicas.
>>> Firewall e IP mudando
Eu uso conexão banda larga (Speedy). É obrigatório o uso de
um firewall num computador residencial mesmo se o IP (não o da
máquina, mas sim o do Speedy) muda toda vez que conecto à rede?
Daniel Pimentel
FONTE
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Como saber se o seu antivírus está cumprindo o que promete?
Todo bom internauta sabe que ter um antivírus instalado e sempre atualizado é vital para a segurança (e saúde) do computador. É sempre melhor prevenir problemas trazidos por ameaças virtuais do que ter que resolvê-los depois e, às vezes, com consequências bem piores. Entretanto, ocorrem casos nos quais pensamos estar protegidos e nosso antivírus nos deixa na mão.
Nesses casos, mesmo que seja feita a opção por um novo antivírus, o que acontece em seguida, invariavelmente é o retorno da velha dúvida. E agora? Como vou saber se meu antivírus está realmente oferecendo a proteção que ele promete?
Se você já passou por isto, certamente tomou uma série de medidas preventivas antes de começar a utilizar um novo antivírus. O problema é que mesmo que façamos pesquisas antes de começar a utilizar determinado programa, os resultados de testes com antivírus, algumas vezes podem estar desatualizados, especialmente se eles datam de mais de seis meses.

Em alguns casos, a base de dados dos antivírus pode não ser diariamente atualizada por seus desenvolvedores. E existem, ainda, alguns antivírus que têm certa defasagem no quesito que diz respeito ao reconhecimento de novas ameaças.
Se por qualquer motivo você está com dúvidas quanto ao funcionamento de seu antivírus, talvez uma forma de aliviar a mente de suas preocupações seja testá-lo. Para isto é preciso de um programa que simule ataques ao computador. Durante a montagem deste artigo, foram utilizados os testes disponíveis nesta página.
O que eles fazem?
Esta página possui uma série de links com executáveis que tentam tomar alguma ação dentro do seu sistema. Quando você clicar nos links para os testes (o “here” logo no começo da frase), seu antivírus deverá exibir uma mensagem, notificando sobre um programa “malicioso” que está tentando fazer alterações em seu sistema. Como no exemplo abaixo:

Quando clicamos no botão "deny" para negar a alteração, foi exibida uma mensagem apenas notificando o tipo de ameaça que havia sido detectada.

A primeira parte dos testes, a “Autostart Tests” é voltada a tentativas de alteração nos registros do Windows. Já a segunda, “Internet Explorer Config Change Tests” é para tentativas de alteração no navegador Internet Explorer e a terceira, “Network Config Change Tests” para uma alteração na rede.

Após feitos estes testes, existe uma espécie de quarta etapa, chamada “Results and Clean-up”. Esta parte do teste é composta por um pequeno aplicativo que exibe uma espécie de resultado dos testes. Além disto, se algo foi alterado, ele se encarrega de desfazer a alteração.
Quando você executar este programa, serão exibidas três possíveis mensagens: Uma informando que as mudanças foram permitidas (nesse caso seu antivírus não se comportou de forma satisfatória), uma dizendo que as mudanças foram bloqueadas (seu antivírus bloqueou os testes).
A última relata que o teste não foi executado. Se você fez os testes e recebeu esta mensagem, seu antivírus bloqueou isto de forma tão efetiva que ele nem conseguiu detectar que o teste foi executado.

Resultados
Optando por este ou qualquer outro tipo de programa de teste de sua preferência, vale lembrar que quanto mais ameaças forem detectadas e bloqueadas por seu antivírus, mais seguro ele está. Também é bom ter em mente que nada no mundo virtual é 100% garantido, pois todos os dias surgem ameaças novas.
FONTE



