quinta-feira, 11 de junho de 2009
Ajuste o Windows para economizar bateria do notebook
Para usuários do Windows XP, o caminho é clicar com o botão direito no ícone que representa a bateria do notebook (parecido com uma pilha), do lado inferior direito da tela, próximo do relógio, e escolher a opção Ajustar as propriedades de Energia (Adjust Power Properties).
Na caixa de diálogo aberta, é possível definir em quanto tempo o sistema operacional deve desligar HD, tela ou entrar em modo de hibernação quando o portátil estiver na tomada e quando estiver fora dela.
Agora, se você usa o Windows Vista em seu notebook, clique no ícone da bateria e escolha a opção "Economia de Energia". Essa opção faz com que o Windows Vista desative de uma maneira mais rápida tanto em dispositivos quanto a tela quando eles não estejam sendo usados.
Experimente fazer outros ajustes escolhendo a opção "Mais Opções de Energia". Na aba "Gerenciamento de Energia do Processador", determine a velocidade máxima do chip quando o laptop estiver plugado na tomada ou usando a bateria.
Deixe a inicialização mais rápida
Outra dica para economizar a bateria é reduzir o número de programas a serem executados, principalmente na hora de inicializar o sistema operacional. Afinal, quanto menos softwares forem executados, menos é exigido do notebook.
Para isso, execute o utilitário MSConfig (Inciar>Executar>MSConfig), vá até a aba Inicializar (Startup) e desabilite os programas secundários, como Google Desktop, Windows Live Messenger etc.
Olho nas atualizações
Deixe para fazer atualizações de antivírus e do próprio Windows quando o notebook estiver conectado na tomada. Vá até o Painel de Controle (Control Panel) > Atualizações Automáticas (Automatics Updates) e deixe a opção "Notificar-me de atualizações, mas não baixá-las ou instalá-las automaticamente" (Notify me but don't automatically download or install them). Aceite as atualizações quando o laptop estiver na tomada. Cuidado para não esquecê-las.
Dicas simples para quem quer comprar um Notebook
- Processador: Também chamado de CPU, é o “cérebro” do computador e nem sempre pode ser trocado (no caso dos notebooks). Assim é interessante escolher um processador com boa capacidade de processamento.
Atualmente, existem no mercado processadores para notebook com mais de um núcleo (chamado de “core”). Na prática, é como se fossem 2 ou mais processadores em um só chip, aumentando a capacidade de processamento.
Minha sugestão inicial para processador de Notebook seria o Intel Core 2 Duo. Evite processadores Celeron ou Sempron, pois sua capacidade de processamento é inferior. Se a grana estiver curta, podemos optar por um Intel Pentium Dual Core ou AMD Turion X2.
- Memória RAM: Quanto mais memória RAM, mais facilmente os programas serão executados no notebook, fazendo com que as tarefas sejam realizadas em menor tempo. A recomendação é 2 GB ou mais de RAM.
Se for trabalhar com 4 GB ou mais, será preciso usar um sistema operacional de 64 bits (Windows Vista 64, Windows XP de 64 bits ou Linux 64 bits) para que a memória seja totalmente reconhecida.
Quem estiver com o orçamento limitado, pode escolher um notebook com 1 GB de RAM, mas verifique se ainda existem slots (encaixes) livres para poder fazer uma expansão de memória no futuro.
- Sistema Operacional: É o programa que controla todo o computador. Apesar do Linux ser um excelente e seguro S.O. (Sistema Operacional), devemos verificar qual o uso que será dado ao notebook.
Para arquitetos, por exemplo, seria interessante que o notebook fosse equipado com Windows XP ou Windows Vista. Isto porque a maioria dos programas gráficos da área (AutoCAD, SolidWorks, etc.) só possui versões para Windows.
Atualmente, praticamente só o Windows Vista é oferecido nos notebooks. Neste caso, escolha a versão Windows Vista Home Premium ou superior. Se o uso for genérico, o Linux é uma ótima opção gratuita que faz com que o preço total do notebook seja menor.
- Placa de vídeo: Em quase todos os notebooks, a placa de vídeo é “embutida” na placa mãe para economizar espaço e consumo de energia, além de baratear o preço do conjunto.
Esse tipo de placa, normalmente chamada de plca de vídeo “onboard” funciona razoavelmente bem, mas quem puder dispor de mais alguma verba, pode procurar um notebook com placa de vídeo dedicada. Costumam ser bem caros, mas o desempenho dos aplicativos gráficos fica bem melhor.
- Tamanho da tela e resolução: Em geral, é interessante uma tela de, pelo menos, 15 polegadas. Mas para quem for rodar aplicativos gráficos, o ideal mesmo seria uma tela de 17 polegadas ou mais.
É importante também que a resolução seja alta. A maioria dos notebooks trabalha na resolução de 1280 por 800 pixels (em tela no padrão “widescreen”).
Mas existem notebooks com resoluções maiores, principalmente os que tem tela de 17 polegadas ou superiores que podem chegar a 1680 por 1050 pontos ou mais.
A regra neste caso é fácil: Para quem precisa rodar aplicativos gráficos deve comprar um notebook com a maior tela e com a maior resolução possível. Senão uma tela de 15 polegadas funciona bem.
É importante também que o notebook tenha uma saída VGA para que possa ser ligado a um projetor ou monitor externo maior. Saída para TV também é interessante. Só um detalhe: Notebooks com telas grandes normalmente têm peso maior.
- Disco rígido (HD): Neste caso, quanto maior melhor. Escolha um notebook com HD de, pelo menos, 160 GB. Hoje existem HDs para notebooks com capacidade de 500 GB ou mais.
Vai depender do orçamento de cada um. Se não puder comprar o notebook com HD grande, poderá trocar no futuro ou ainda acrescentar um HD “externo” em uma das portas USB do micro.
- Disco óptico: Aqui é bastante simples: Basta um gravador de DVD. Aliás, esse é o padrão de quase todos os notebook do mercado.
- Rede (sem fio, com fio, modem etc): Hoje quase todos os notebook vêm com suporte à rede sem fio. Verifique apenas se o padrão é o 802.11g (54 Mbps) ou superior.
Também é importante haver uma conexão de rede com fio, principalmente se o profissional trabalha em uma grande empresa. Mas quase todos notebooks atuais também vêm com esta conexão.
Também é interessante que o notebook possua um modem interno (para linha telefônica) que pode ser usado em emergências. Finalmente: uma conexão Bluetooth também é interessante, pois permitirá conexão com dispositivos sem fio como celulares, impressoras etc.
- Teclado e mouse: Se puder, teste o teclado do notebook antes de comprar. Acredite, em alguns casos as teclas são pequenas e atrapalham que tem mãos grandes a ponto de impedir a digitação.
Os notebooks não vem com mouse e a maioria deles substitui por uma superfície sensível ao toque (“touchscreen”). De qualquer maneira, um mouse ou teclado externo pode ser ligado através das portas USB.
Aliás, é importante escolher um notebook com um bom número de portas USB. O ideal seriam 4 portas USB disponíveis. Senão teremos que comprar um acessório (HUB USB) para aumentar o número de portas.
- Peso: Quem carrega um notebook de um lado para o outro sabe que esse item é importante. Infelizmente, se seguirmos algumas das dicas já apresentadas, veremos que os notebooks escolhidos serão pesados (provavelmente com 3 Kg ou mais). Até é possível encontrar notebooks avançados e que pesam pouco, mas aí o preço sobe muito!
- Bateria: Item muito importante para quem precisa trabalhar com mobilidade. Se a pessoa não tem acesso à rede elétrica de maneira fácil a duração da bateria é um fator importantíssimo.
Neste caso, procure baterias com 9 células, pois sua autonomia é bem maior. Cuidado com notebooks que têm baterias de 4 células ou menos, pois a duração das mesmas pode ser menor que 1 hora!
- Marca e garantia: A garantia é muito importante. Exija nota fiscal e garantia de, pelo menos, um ano. Verifique também se o sistema operacional é original.
Quanto à marca, procure fabricantes conhecidos ou sugestões de amigos, pois existem no mercado alguns fabricantes “aventureiros” oferecendo produtos baratos mas com qualidade inferior.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Microsoft começa a distribuir Service Pack 2 do Vista
O pacote inclui suporte a novos tipos de hardware e todas as atualizações contidas no SP1, que é necessário para instalar a nova versão.
Entre as novidades, estão a capacidade de gravar dados em mídias Blu-ray e reconhecer dispositivos que usam o padrão Bluetooth v2.1, além de melhorias no widget que gerencia feeds RSS na barra lateral do sistema.
Por enquanto, o SP2 está disponível no http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=a4dd31d5-f907-4406-9012-a5c3199ea2b3&DisplayLang=en em cinco idiomas (inglês, francês, alemão, japonês e espanhol).
Não há previsão de lançamento da versão em português, segundo informações da unidade brasileira da companhia.
Instalando e configurando o ZoneAlarm !!!
Todo mundo que usa computador sabe que está apto a ser invadido por pessoas mal-intencionadas. Para isso foram criados uma série de softwares para tentar combater isto: antivírus, firewall, portscans etc ...
Com o firewall instalado, seu computador ficará "invisível" na internet.
A instalação é simples e logo que ele for instalado, dê 2 cliques no ícone do desktop. O programa irá para a barra Systray (Ao lado do relógio). Dê 2 clique nele e aparecerá o programa em si.
Clique em "Firewall" e aparecerá esta tela:

Low (baixo) – Garante privilégios de aplicações e do Internet Lock e deixa o PC visível aos outros computadores da Trusted Zone. O firewall não bloqueia o compartilhamento de arquivos ou impressoras ou o tráfego
Medium (médio) – Recomendado para PC’s ligados à Internet através da rede local e está por padrão na Trusted Zone. Compartilhamento de arquivos e impressoras, além de serviços do Windows(NetBIOS) são permitidos para computadores pertencentes à Trusted Zone.
High (alto) – Nível mais elevado de segurança que fornece alguma flexibilidade ao nível de aplicações. O firewall bloqueia o acesso dentro da Trusted Zone ao Windows (serviços NetBIOS) além do compartilhamento de arquivos e impressoras. O computador fica no Modo Stealth (Invisível): todas as portas, não utilizadas por um programa em execução, são bloqueadas e não são visíveis para a Trusted Zone. Este modo abre automaticamente as portas somente quando um programa com permissões necessita delas.
Clicando na guia "Zones" irá aparecer a tela:

Aqui permite aumentar o alcance da Trusted Zone, assim como a configuração da segurança da Zona Confiável num nível mais alto, ao permitir que determinados computadores (confiáveis) possam ou não ter ligação ao nosso computador abrangido pelo nível de segurança Trusted Zone. Os computadores considerados não confiáveis ficam sempre no nível Internet Zone.Isto seria mais usado em redes locais.
Para adicionar outros computadores à Trusted Zone, pressione o botão "Add" que permite escolher em: adicionar um host (ou site) por nome, um endereço IP ou uma sub rede IP. Em todos é possível acrescentar uma descrição. Veja:
• Host/Site – Permite adicionar um nome de computador à Trusted Zone. Basta escrever uma descrição e o nome do computador. Introduza um nome do tipo domain-style name (tal como "ftp.hpg.com.br") ou um nome Windows-style (tal como "FTPSERVER"). O botão "Lookup" permite verificar e preencher o endereço IP do computador. Se os endereços IP associados aos nomes dos computadores forem mudados após colocar o computador na zona de confiança, aqueles endereços IP modificados não ficaram automaticamente adicionados à zona confiável. Nesse caso, deve-se utilizar o botão "Edit" e alterar o IP através do botão "Lookup".
• IP Address - Permite adicionar um endereço IP que se refere a um único computador da Trusted Zone.
• IP Range – Onde se pode definir vários IPs consecutivos para a Trusted Zone.
Você também poderá bloquear programas que não quer executar enquanto está conectado.
Clique em "Program Control" e irá aparecer a tela:

É aconselhável que você deixe em "Medium" e em "On", principalmente se o computador está designado para trabalho em uma empresa.Isto faz com que programas descadastrados (para adicionar ou remover clique na aba "Programs") de serem executados.
O menu "Alerts & Logs" permite que você guarde informações da rede, como tentativas de invasão, tentativas de abrir programas cadastros para não serem executados.No botão "Advanced" você configura os arquivos logs.
O menu "E-mail Protection" permite que você bloqueie certos tipos de e-mail, como spammers, anexos com possíveis vírus.
O menu "Overview" não há configurações: há apenas informação do produto e também o status do firewall, com quantidades de tentativa de invasão, programas para não serem executados e e-mails suspeitos.
Este tutorial é voltado aos leigos e que não querem passar apertos na internet: com uma configuração básica, diminui bastante o risco na internet. Para usuários mais experientes isto é tirado de letra ...
Qual a utilidade em instalar um firewall pessoal no computador?
Você já deve estar cansado de ouvir falar em segurança na Internet, antivírus, pragas cibernéticas e coisas do gênero. De fato, este assunto é o mais comentado quando se fala na rede mundial de computadores. Se ele não fosse realmente importante, certamente não seria abordado com tanta frequência.
Segurança é algo que está presente na vida do ser humano constantemente, não apenas quando ele está em frente ao computador. Você já deve ter ouvido falar em antivírus, firewalls e anti-spywares. Mas você qual a real utilidade de tê-los instalados no computador ou você instalou porque um amigo falou que era bom?
Bom, eu vou tentar mostrar e explicar quais os motivos de se ter um firewall pessoal instalado e funcionando em sua máquina e também como eles agem. Preste muita atenção, pois algumas informações podem ser vitais para o bom funcionamento do seu aplicativo de segurança. Bom, chega de conversa. Vamos ao que interressa!
Cuidado para não confundir firewall com antivírus. Embora ambos sejam programas voltados para a segurança, suas funções são bem distintas. O antivírus é responsável por proteger seu computador do ataque de vírus (meio óbvio, né?!). O que o antivírus faz é detectar os softwares maliciosos e destruí-los.O firewall, por sua vez, é uma combinação de hardware e software utilizado para o controle de acesso em uma rede de computadores. É ele o responsável por bloquear qualquer tentativa de acesso ao seu computador sem a devida autorização.
Alguns firewalls permitem a análise periódica do conteúdo das conexões, impedindo assim o ataque de malwares antes mesmo que o antivírus os detecte.
Mas primeiro...
Antes de prosseguir com o artigo, é preciso que você entenda o significado backdoor. Programas de computador e sistemas operacionais não são perfeitos, sempre há uma falha. Para essas falhas damos o nome de backdoors (também chamado de porta dos fundos) e é através delas que os crackers e hackers invadem os computadores.
Qual a utilidade em instalar um firewall pessoal?

Os antivírus não são capazes de detectar tentativas de acesso ao computador por meio de um backdoor. Desde que bem configurado, um firewall não só detecta como impede o acesso de programas e pessoas ao seu computador.
Por isso que muitas vezes, ao instalar um firewall, é preciso liberar os programas que você usa e algumas portas de comunicação.
Outra característica importante dos firewalls é a capacidade que eles têm de identificar as origens das tentativas de invasões e exibi-las ao usuário, o que permite o bloqueio da porta ou do IP utilizado.
Firewalls externos
Uma dúvida muito comum dos usuários é:
“Por que instalar um firewall se o Windows já vem com um pré-instalado?”
Embora tenha evoluído (e muito) com o passar das edições, o firewall do Windows ainda é muito básico. Ele foi criado apenas para barrar aplicativos que tentam criar conexões sem permissão, mas é muito fraco quando se trata de ataques externos.
Ele não é ineficiente, só não está preparado para os ataques de hoje.
O que difere um firewall do outro?
A função principal do firewall, que é bloquear portas, todos eles fazem. Uma das diferenças está no número de porta que um e outro “protege”. Alguns aplicativos cobrem uma quantidade muito grande de portas e, por isso, detectam mais invasões. Outros ficam de olho apenas naquelas mais usadas e, por isso, às vezes deixam passar alguma coisa.
Outra diferença entre um aplicativo e outro é a quantidade de ferramentas auxiliares que eles oferecem e, claro, a interface de uso. De nada adianta um firewall cheio de opções se você precisa chamar uma equipe de cientistas para aprender a mexer, certo?! Quanto mais intuitivo o programa for, maiores são as chances de você configurá-lo corretamente e, consequentemente, mais eficiente ele se torna.
Para concluir
A melhor maneira de encontrar o firewall que se “encaixa” com seu perfil é testando alguns. Para ajudar, eu posso dar umas dicas de programas, que tal?!
•ZoneAlarm Free
•Sygate Personal Firewall
•Comodo Personal Firewall
•Comodo Firewall Pro
•Ashampoo FireWall
Bom, eu não testei todos pessoalmente, mas os demais usuários também podem ajudar! Eu conto com a colaboração de todos. E aí pessoal, qual firewall vocês recomendam? Por quê?
Eu vou ficando por aqui, espero que tenham gostado! Até a próxima!
